segunda-feira, 16 de agosto de 2010

Ser filho único não prejudica sociabilidade de adolescentes

 
Gente olha que interessante este artigo que foi publicado pela agência de notícias Reuters:

Crescer sem irmãos não reduz a capacidade de se relacionar socialmente dos jovens, diz pesquisa realizada com mais de 13.000 estudantes do ensino médio. O trabalho determinou que esses jovens não tinham menos amigos que os colegas que haviam crescido ao lado de irmãos e irmãs.
"Não acho que ninguém precise se preocupar que, se você não tiver irmãos, não desenvolverá as habilidade sociais necessárias para se entender com os colegas do ensino médio", disse a pesquisadora Donna Bobbitt-Zeher, da Universidade Estadual de Ohio.

Bobbitt-Zeher, que realizou a pesquisa ao lado de Douglas Downey, disse que a tendência rumo a famílias menores nos países industrializados vinha levantando preocupações de que a falta de irmãos pudesse comprometer a desenvoltura social dos jovens.

"O medo é que eles possam estar perdendo alguma coisa ao não adquirir habilidades sociais por meio da interação com os irmãos", disse ela.

O estudo anterior de Downey havia mostrado que filhos únicos tinham menos habilidade social no jardim de infância, na comparação com os que contavam com pelo menos um irmão.

O novo estudo foi projetado para ver se a dianteira social das crianças pequenas com irmãos sustentava-se até o ensino médio. O trabalho usa dados do Levantamento Nacional de Saúde Adolescente, que entrevistou estudantes em mais de 100 escolas durante o ano letivo de 1994-95.

Uma das perguntas da pesquisa pedia que cada estudante identificasse até cinco amigos e cinco amigas da escola. Segundo Bobbitt-Zeher, isso permitiu medir a popularidade dos estudantes, contando quantas vezes cada um era citado pelos demais.

Os pesquisadores não encontraram influência do número de irmãos no ranking de popularidade.

Texto extraído do site: Estadão

terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

Ouvir música durante o exercício aumenta performance

Li essa matéria em uma revista e gostaria de compartilhar com vocês. Você já deve ter percebido que quando fazemos esteira, tendemos a acelerar ou diminuir os passos de acordo com a batida da música. Especialistas garantem que essa relação vai além do bem-estar: a música pode interferir no rendimento do treino.

O fisiologista do esporte Costas Karageorghis, da Brunel University, da Inglaterra, passou os últimos 20 anos estudando esse fenômeno e chegou a criar uma meia maratona com bandas ao vivo para estimular os atletas com base em seus estudos. Segundo ele, o som aumeta o vigor, evitando que o ritmo da malhação caia. Ele reuniu 30 corredores e os fez sincronizarem suas passadas a uma música (pop ou rock) que tinha um ritmo a 125 bpm. Aqueles que ouviam música tiveram um rendimento 15% superior aos que corriam em silêncio.

Então vale a dica, quer aumentar seu rendimento na aeróbica e ficar com o corpo em cima neste verão? Escute uma música bem animada e siga em frente!

Fonte: Revista Marie Claire

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

O Crack vicia desde o primeiro uso

A droga pode viciar no primeiro uso SIM, não em todos os casos, mas na maioria deles. O crack devido a sua forma de uso é a droga mais potente de todas. Pode causar dependência desde a primeira pedra. O seu acesso está a cada dia mais fácil e devido ao seu baixo custo - em torno de 5 reais - acaba atraindo cada vez mais usuários. (Foto à direita: Divulgação/U.S. Drug Enforcement Administration)

Segundo o livro de Içami Tiba: 123 respostas sobre drogas, o crack leva 15 segundos para chegar ao cérebro e logo já começa a produzir seus efeitos: forte aceleração dos batimentos cardíacos, aumento da pressão arterial, dilatação das pupilas, suor intenso, tremor muscular e excitação acentuada, sensações de aparente bem-estar, aumento da capacidade física e mental, indiferença à dor e ao cansaço. Normalmente o viciado, após algum tempo de uso da droga, continua a consumí-la apenas para fugir dos desconfortos da síndrome de abstinência: ansiedade, depressão e agressividade.

quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

Informação acessível não diminui casos de DST

O Boletim Epidemiológico de AIDS/DSTs 2007, divulgado no dia 21 de novembro de 2007 durante coletiva de imprensa na sede do Ministério da Saúde, em Brasília, mostra que a contaminação pelo vírus HIV no Brasil cresceu mais entre as adolescentes e os homossexuais jovens. Em 1996, adolescentes homossexuais representavam 24,1% do total de casos da doença entre 13 e 24 anos. Em 2006 a proporção saltou para 41,1% dos casos na mesma faixa etária. Entre heterossexuais a proporção também aumentou neste período, mas numa velocidade menor: 51,6%.

A maioria dos adolescentes têm a informação mas acabam não a utilizando na hora H. "O adolescente geralmente tem aquele pensamento de que as
coisas ruins nunca acontecem com ele. Acham que estão imunes. Isso é próprio da adolescência" Explica o ginecologista e obstetra, Marco Aurélio Bochnia. "No início as pessoas até usam preservativo, mas depois que começam a conhecer um pouco mais o parceiro, acabam deixando de usar", reforça Bochnia.

Caro jovem, tenha consciência ao praticar o sexo. As pessoas com quem você transa não vão ter o nome da doença escrita na testa. Muitas vezes a pessoa nem sabe que está contaminada, isso pode acontecer inclusive com você. Por isso ressalto mais uma vez a importância do acompanhamento médico. Algumas DSTs podem matar se você não descobrí-las a tempo. Lembre-se de que ninguém está imune e que nem sempre uma aparência saudável significa saúde.

Foto: Daquella Manera (CC)

domingo, 6 de dezembro de 2009

Especial Dúvidas: O médico pode contar para os pais que não sou mais virgem?


A resposta é não. Existe um código de sigilo entre os médicos para que esse tipo de problema não ocorra. Foi engraçado escrever esse post pois quando fui procurar alguma referência que falasse sobre o sigilo médico encontrei um blog que tinha um post com o título quase igual! Esse é o blog da Dra Gineca que tira várias dúvidas dos adolescentes.

Segundo a pediatra Lidiane Koch o médico só vai contar algo para seus pais caso você esteja correndo risco de morte, caso contrário ele apenas aconselha. A consulta com o pediatra/hebiatra durante a adolescência acontece da seguinte forma: o jovem entra com o acompanhante no consultório, preenche os dados necessários e depois é convidado a se retirar (caso o adolescente queira), ou seja, o adolescente fica sozinho com o médico para falar o que tiver vontade.

Durante a consulta com o pediatra/hebiatra vão ser feitas algumas perguntas que vão ajudar a identificar o seu perfil e solicitar exames de rotina, ou específicos, de acordo com o caso. Se a menina tem namorado e não é mais virgem (os pais ainda não sabem) o pediatra pode inclusive receitar anticoncepcionais sem falar nada para a família. Sempre procure um ginecologista após iniciar a vida sexual para que ele lhe dê orientações. Fique tranquilo(a) pois o que você conversa com os médicos vai "morrer ali". Podemos comparar a consulta com um confessionário rsrsrsrsrs.

Foto: NeoGaboX (CC)

Especial dúvidas:

A anorexia é doença ou estilo de vida?
Porque acontece o aumento das mamas no menino?
Qual o tamanho certo do pênis de um adolescente?
Será que sou baixinho(a)?
Menstruar ou não, eis a questão
Seios pequenos por que tê-los

sábado, 5 de dezembro de 2009

Especial Dúvidas: Seios pequenos por que tê-los?

A menina segue o padrão familiar. Se a família tem as mamas pequenas, provavelmente ela herdará as mesmas características. O desenvolvimento do seio começa entre 8 e 11 anos com um caroço dolorido que vai aumentando até chegar na fase adulta. O tamanho vai depender do grau de desenvolvimento da puberdade. Existem meninas que com 15, 16 anos ainda não tem a mama totalmente formada, outras já tem a mama no tamanho adulto. Algumas meninas só têm a mama totalmente formada, após a gravidez, conta Lidiane Koch, pediatra e endocrinologista. 

De tempos em tempos o padrão de beleza muda. Antigamente as mulheres magras eram as mais belas na visão da mídia. Hoje, quanto mais coxa, peito e bunda melhor. Esse padrão de beleza além de mudar com o passar dos anos, também muda de acordo com a cultura. Por exemplo, na Arábia Saudita quanto mais gorda é a mulher, mais bonita. Já no japão o negócio é ser pálida e ter o pé pequeno. Portanto o que você deve fazer é parar de se preocupar tanto com os padrões e descobrir como você se sente bem.

Algo que vem preocupando os médicos nos últimos anos são as meninas de 15 anos que já querem colocar prótese de silicone, com a mama ainda em formação, conta Lidiane. A mama precisa se desenvolver totalmente para depois pensar na possibilidade de uma prótese, que não tem nenhuma outra função a não ser a estética.

De acordo com a reportagem da folha on line toda mulher que coloca silicone tem que voltar a fazer cirurgia um dia pois não exite prótese que dure para sempre. O ideal é fazer a troca antes de ocorrer algum problema, mas a maioria das mulheres só procura o médico quando percebe alguma alteração ou dor.

Foto: Tom Caswell (CC)


Especial dúvidas:

A anorexia é doença ou estilo de vida?
Porque acontece o aumento das mamas no menino?
Qual o tamanho certo do pênis de um adolescente?
Será que sou baixinho(a)?
Menstruar ou não, eis a questão

sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

Especial Dúvidas: Menstruar ou não... Eis a questão

Geralmente as meninas antes de ficarem "mocinhas", ou terem a sua menarca (primeira menstruação), querem de todo jeito acelerarem esse processo, ou seja, entrar para o time daquelas que menstruaram para deixar de serem crianças. Após perceberem que não é nada fácil ser "mocinha", desejam voltar atrás e não ter que se preocupar com manchas de sangue, cólicas e absorventes. Parece engraçado, né? Mas, quem já passou por isso sabe que é verdade.

A primeira menstruação geralmente ocorre entre os 11 e 15 anos. Quando você perceber que começaram a crescer pêlos nas axilas, se prepare, está chegando o momento. Existem vários codinomes para a menstruação: lua, aqueles dias, regras. Mas no fim é tudo a mesma coisa. A menstruação ocorre aproximadamente a cada 28 dias e nada mais é do que a liberação do óvulo não foi fecundado por um espermatozóide, ou seja, a mulher não engravidou. Um dos primeiros sinais a indicar a gravidez é a interrupção do ciclo menstrual, pois nesse período o óvulo fecundando vai gerar o bebê.
 

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